Cirurgia das Vias Biliares

Responsáveis por conectar elementos essenciais para a digestão, como o fígado, pâncreas, a vesícula e o duodeno, as vias biliares transportam a bile do fígado para o duodeno.

Doenças mais comuns da Vesícula, Vias Biliares e Pâncreas

A pedra da vesícula biliar (colelitíase) acontece quando a bile está saturada, aumentando as chances de formação de cristais. A maioria dos pacientes que têm esta disfunção não possui sintomas, sendo possível essa detecção por exames de rotina.  

A perda rápida de peso, resultante de cirurgia bariátrica também pode aumentar a possibilidade de cálculos na vesícula biliar. 

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Além dos cálculos

Há outras doenças que podem afetar a vesícula, vias biliares e pâncreas, como:

Colecistite Aguda ou Crônica:

inflamação da vesícula biliar causada por cálculos biliares;

Cistos ou pseudocistos pancreáticos;

Tumores Biliares;

Pancreatite crônica

que pode ser causada pelo etilismo crônico;

Pancreatite aguda:

obstrução ao canal pancreático por um cálculo biliar;

Colangite aguda

resultante da obstrução do canal biliar principal por cálculo biliar;

Tumores pancreáticos;

Cistos do Trato Biliar

entre outras.

Não deixe de procurar um especialista para tratar a sua situação da forma correta!
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Dr Marcos Radtke
Designer

Como é a cirurgia
das vias biliares?

A colecistectomia laparoscópica é o procedimento “padrão ouro” para tratar as doenças inflamatórias da vesícula biliar e da colelitíase.

Na presença de tumor da vesícula biliar, há contraindicação a via laparoscópica, sendo mais indicado a via convencional (ou aberta).

Em pacientes que possuam cálculo na via biliar ou pancreatite aguda biliar, o procedimento deve ser realizado por endoscopia, retirando o cálculo da via biliar pela papila duodenal.

O tratamento cirúrgico das doenças pancreáticas pode variar, dependendo da natureza da doença (benigna ou maligna) e onde a lesão está situada. Todas as cirurgias podem ser feitas pela técnica minimamente invasiva, videolaparoscopia ou robótica, a última sendo de menor risco de sangramento, menos dor, menor trauma dos tecidos e apresentando recuperação mais rápida.

Hoje em dia, os procedimentos cirúrgicos sobre o pâncreas e as vias biliares podem também ser feitos com a técnica minimamente invasiva.